Espiritismo ultrapassando fronteiras

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Auxilie na divulgação doutrinária pelo mundo

Os esforços em comum de diferentes gerações proporcionaram o acesso e a difusão do Espiritismo pelo mundo. Desde a primeira publicação de O livro dos espíritos, em 18 de abril de 1857, diversas nacionalidades aderiram ao estudo e à prática da Doutrina Espírita, ampliando o acesso a milhares de pessoas.

No Brasil a história do Espiritismo passa pela dedicação de voluntários e estudiosos que, reunidos, criaram a Federação Espírita Brasileira em 1884. Ao longo do século XX, a instituição, a partir de seus trabalhadores e federativas estaduais, pode expandir a divulgação doutrinária no país, o tornando o maior representante da Doutrina dos Espíritos no mundo contemporâneo.

O Movimento Espírita no mundo

Desde 1949, a partir do Pacto Áureo, a FEB havia instituído de forma regular o Conselho Federativo Nacional, responsável pela união fraterna entre os espíritas. O objetivo foi unificar o Movimento Espírita, proporcionando uma célula organizacional que pudesse, em um processo circular, ampliar o Estudo, a Difusão e a Prática do Espiritismo baseados nas obras de Allan Kardec e no Evangelho de Jesus.

Este documento foi imprescindível para os passos que vieram. No ano de 1989, o Brasil foi um dos líderes na concepção de um organismo internacional que pudesse unir as entidades representativas do Movimento Espírita em cada país. Isso ocorreu durante o 1º Congresso Espírita Internacional, realizado em Brasília pela Federação Espírita Brasileira, onde uma comitiva de dirigentes espíritas de vários países iniciaram essa tratativa.

E foi no dia 28 de novembro de 1992, em Madrid, Espanha, que o Conselho Espírita Internacional iniciou seus trabalhos no apoio à divulgação doutrinária pelo mundo, promovendo a unificação do Movimento Espírita para todos os cantos do planeta. Atualmente, o CEI possui 22 países membros e, a cada três anos, realiza o Congresso Espírita Mundial, ambiente de reflexão e compartilhamento de saberes do Movimento Espírita Internacional.

Publicações que ganharam o mundo

A Revista Espírita, ou em seu original em francês Revue Spirite – Journal d`Études Psychologiques, foi um dos veículos de comunicação criado em 1858 por Allan Kardec, responsável pela difusão e compreensão das ideias espíritas, e também preparatório para a organização dos demais livros que compõem as obras básicas kardequianas.

Bastaram apenas 11 anos para que o primeiro periódico espírita iniciasse sua publicação no Brasil. O Eco de Além-Túmulo, lançado em 15 de julho de 1869, sob direção de Luiz Olímpio Teles de Menezes, foi inclusive citado na edição de novembro daquele ano pela Revista Espírita de Kardec na França.

Em 21 de janeiro de 1883, o jornalista Augusto Elias fundou a revista Reformador. Ao lado do Diário Oficial da União, a revista é o periódico do Brasil que nunca teve sua tiragem interrompida. São artigos, entrevistas, colunas escritas por centenas de colaboradores sobre diversos aspectos da Doutrina dos Espíritos.

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